familia

Não saímos de fabrica sabendo amar ou pedir o que queremos. Tão pouco sabendo do que isso se trata. Mas poucos instantes após ver o mundo pela primeira vez, começamos a aprender essas e outras coisas, que podemos dizer serem primárias ao ser humano; serem de nossa natureza.

Logo em seguida, nos deparamos com o rosto de uma das pessoas mais importantes em nossa jornada, e que naturalmente, se tornará nosso primeiro amor.

Minha infância foi rodeada de pessoas; só dentro de casa éramos sempre em mais de dez. Não me recordo muito dessa época, confesso, mas o sentimento que me trouxe aqui hoje, me qualifica a dizer o pouco que me lembro.

Mamis linda não contou com o apoio do namorado quando me teve, tão pouco quando teve minha irmã. Conhecemos infinitas histórias de finais infelizes quando iniciados dessa forma, mas no nosso caso, houve um fator determinante pra que o final fosse outro; a família.

Eramos cuidadas por nossa avó materna enquanto minha mãe voltava a rotina do trabalho; eramos mimadas por nossos tios; acolhidas por nossos primos; e extremamente colocadas embaixo das asas do nosso avô que, durante sua jornada nesse mundo, foi nosso pai.

Mesmo sem sabermos da historia que nos pôs como filhas de uma mãe solteira, nunca nos questionamos quanto a isso. Sabe aquela conhecida história de “por que ele não me quis?”, isso nunca passou por nossas cabeças, e fomos plenamente felizes.

Após a partida de nosso avô as mudanças foram evidentes na rotina da casa, o ânimo não foi o mesmo por anos, e as festas de família nunca mais estiveram completas. Mas com o passar do tempo, isso nos uniu mais.

A fase da aborrescência não foi fácil, reclamávamos sim, e até ficávamos com raiva as vezes, mas o sentimento de gratidão e amor por cada um deles sempre se manteve. Perdemos as contas de quantas mães felicitávamos no dia das mães; elas eram, e ainda são muitas. Todas guerreiras que ergueram a cabeça e foram a diante.

Juntos nos ensinaram a amar um ao outro, a estender a mão quando o outro precisa, a não negar a ajuda – ou a emprestada de roupa -, mesmo quando brigados. Já fiquei meses sem falar com uma de minhas tias, e até uma semana sem falar com a minha irmã, e mesmo situações como essas posso dizer que serviram para aumentar ainda mais o sentimento que construímos ao longo desses anos.

Sei que devido o prazo de validade do corpo eles não durarão para sempre, mas tenho certeza que enquanto aqui estiverem, cada um deles e a cada uma delas me apoiará como se eu ainda fosse uma criança aprendendo a andar.

Recomendo: Dance with Devils

Olá viajantes

A vida esta entrando nos eixos aos poucos, e sinto que tenho um pouco mais de tempo pra entrar aqui e compartilhar as coisas com vocês sem ficar pensando em coisas paralelas. É claro que eu não podia deixar passar esse momento, então eu vim ❤ Dessa vez trago a indicação de um anime que assisti recentemente, e que gostei bastante.

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Dance with Devils é um anime bem democrático, voltado pra diversos públicos. Ouvi bastante por ai que é um anime para meninas, pois a historia é entorno de uma menina que vive rodeada por rapaz que gostam dela, mas não vi dessa forma. A ressalva vale é claro pra quem não gosta desse gênero de animes; se não gosta, não tem jeito mesmo!

Ritsuka levava uma vida sossegada, cercada de sombra e agua fresca… Não, pera! Música errada kkkkkkkk Brincadeiras a parte, Ritsuka levava uma vida tranquila vivendo com sua mãe, após a morte do seu avô, e a mudança de seu irmão para o exterior. Frequentava uma escola boa, não era popular, nem excluída da turma, enfim sem problemas evidentes.

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Imagem retirada de: Animes News NetWork

Eis que um dia, ao chegar na frente à sua casa, encontra tudo quebrado, e ao entrar pelo portão vê a mãe caída no chão da sala, e alguns homens dentro da casa, revirando tudo. Sem saber o que fazer, Ritsuka recorre a policia, mas quando eles chegam, está tudo em seu perfeito lugar, exceto por sua mãe, que não está mais em casa. E é ai que muita coisa começa a acontecer.

O anime é muito bonito, e sim isso conta pra mim porque gosto de assistir coisas lindas e fofas – me deixa em! Todo tempo tem musica cantada pelos próprios dubladores dos personagens, e isso dá um ritmo bem legal aos episódios.

A fantasia desse anime fica por conta dos vampiros e demônios, e eu gostei bastante de como os personagens foram construídos, ficou bem legal. Inclusive, nunca vi criaturinhas mais apaixonantes.

Claaaaro, tem romance, ate porque como eu disse, são vários caras gostando de uma mesma menina, e vamos combinar, se ela não gostasse de nenhum deles seria no mínimo estranho; inclusive por serem eles ❤

São 12 episódios super curtinhos, cada um dura cerca de vinte minutos, e garanto que ficará com saudade quando acabar.

Bom, era isso, queria trazer essa dica pra vocês, pois gostei bastante mesmo!

Se assistirem, não deixa de me contar 😉

A emoção de uma tia saída do forno

Durante a gravidez, todos os mimos recebidos são transformados em energia positiva para ser aproveitada após o nascimento do bebê

– Autor desconhecido

Falando por mim mesma, é difícil entender uma gravidez quando acompanhada de longe. E quando digo de longe, refiro-me àquela que não é sua de alguma forma, seja mãe, pai, avós, tios, irmãos, amigos próximos, e etc., ou quando você não passou por àquela situação alguma vez na sua vida. Por mais que tentemos, não sentimos plenamente o que ela é.

Isso aconteceu comigo há alguns anos atrás, com o nascimento da minha prima. Acho que a palavra que busco pra descrever é ‘comum’; não senti nada especial naquele momento. Claro, a amo desde que a vi – apesar das chatices normais que vêm aparecendo com os anos -, mas nunca foi algo tão sensível pra mim.

Em Agosto foi o batismo católico do filho de um amigo muito querido, que já vivenciou inúmeros momentos com a minha família; é parte de nós, assim como sua namorada e agora filho.

Essa gravidez muito esperada não foi planejada, e sim, assustou tanto os futuros pais, quanto a quem ficou sabendo, mas o amor começou a crescer desde àquele momento. Nos empolgamos juntos ao saber que era um menino, e nos angustiamos ao vê-lo em um momento tão frágil no nascimento. As dificuldades existiram, mas estando forte e saudável, foi novamente vez de nos unirmos, e nos comprometermos em olhar por ele.

Há poucos meses mal conseguíamos ver seus olhos, de tanto que dormia. Ao pegá-lo no colo, eu ficava toda sem jeito, com medo de derrubar, mas não querendo deixá-lo de jeito nenhum. Me sentindo um pouco mais experiente, poderia ficar o dia todo grudada e sentindo seu cheirinho de bebê – que compartilhamos por sinal kkkkk -. Enfim, é uma vida se transformando diante dos meus olhos.

Que venham muitos meses, anos e décadas pra esse menininho, e que eu possa sempre estar por perto, para enchê-lo de carinho e amor.

Para uma parte de mim ❤

Descobrindo novos sons: I/O

Olá viajantes!

No quesito estilo musical, me enquadro nos sem estilo. A maior parte do tempo escuto o que me é familiar. Afunilando um pouco mais, a maior parte do tempo escuto rock, sem desmembrá-los em outros estilos. Metal, punk, new metal… Quem sabe?! São sempre sons que me trazem algo a mente, algo que já aconteceu, com letras que me forçam a lembrar, a recordar.

Não nego que há também nesse aglomerado de sons às musicas mais pops, os reggaes mais calminhos, algumas batidas eletrônicas que me levam pra uma balada em plena sete horas da manhã.

Pra que serviria a musica se não pra nos levar pra longe do nosso universo, nos fazer viajar mesmo que sentados no ônibus a caminho de mais um estressante dia de trabalho?

Diante de tudo isso, apresento-lhes uma banda que faz um som incrível, e que me levou a pensamentos além; inclusive a querer escrever esse post agora.

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I/O me foi apresentado no blog no Vinicius Freitas, o Impressões Desinteressadas. O saldo do BEDA vem crescendo a cada dia. Costumo olhar a galera que segue o VDA de tempos em tempos, e ver o que andam produzindo; procurando novas cabeças pra acompanhar, e cara, já faz um mês que tenho um blog massa me seguindo e ainda não tinha visitado o.o Anyway… estou trabalhando nesse atraso!

Essa banda faz um som instrumental de arrepiar o corpo, e te levar pra outro mundo. Arrisco até dizer que se houvesse letra, as músicas não fariam tanto sentido quanto fazem hoje. Eles são de Boston, e classificam-se como Post-rock.

O último álbum da banda, Saudade, está disponível no Spotify, e diversas músicas estão disponíveis também no Youtube. Deixo pra vocês o direcionamento pro álbum no Spotify, pra quem ficou curioso demais! 😉

Espero que gostem, um beijo e até a próxima.

Do fundo do baú: Beverly Hills 90210

Olá viajantes!

Tempos atrás passei por um revival intenso com Friends. Pensa em um período de muita dedicação pra assistir TODOS os episódios da vida daqueles seis amigos. Se nunca assistiu, acreditem em mim, são MUUUUITOS episódios!

Mas ufa, depois de um bom tempo acabei, e agora restou somente aquele sentimento  meio a meio, pós série concluída, e claro, saudade de assistir uma produção dos anos noventa. Vamos combinar que é diferente assistir aquela gravação antiga, com aquela sonoplastia bem trabalhada, e com altas risadas no meio das cenas… Ai ai, como eu gosto disso!

Eis que lembrei de outra série no mesmo estilo, que eu me dediquei por muito tempo – claro, depois da transmissão televisiva -, e que inclusive não terminei de assistir 😀 😀 Nem tudo é perfeito kkkkkkk

Hoje vim compartilhar com vocês uma série que causou amor intenso em muita gente; Beverly Hills 90210!

molde séries e filmes

Barrados no Baile, como era mais conhecida por aqui, virou febre enquanto era transmitida pela Rede Globo. A série abordou gravidez precoce, consumo de álcool e drogas, traição, rebeldia intensa na adolescência, e muitos outros temas, bem sensíveis nessa fase da vida.

Os irmãos Brenda e Brandon Walsh passam pelos dilemas da vida adolescente, com muito mais intensidade após a mudança para Beverly Hills. Vindos de Minessota, costumavam levar uma vida comum e tradicional, filhos de pais ainda casados, e que dividiam um relacionamento bom e aberto.

Claro que ao chegar na nova cidade, as mudanças começam a se tornar evidentes; é um novo colégio, com novas pessoas, e que possuem valores bem diferentes do que os irmãos costumavam ter.

A história rendeu dez temporadas, e hoje até mesmo quem não assistiu, e tem lá seus vinte ou mais anos, tem algo na memória quando escuta falar sobre Barrados no Baile. Eu por exemplo, já tinha ouvido esse nome da boca da minha tia e da minha mãe, mas nunca tinha assistido. Imaginem só quando isso aconteceu! A descoberta do seriado em comum entre todas aqui em casa kkkkkkk

É um seriado longo, mas que dá vontade de devorar os episódios. Lembro que parei de assistir pois me deparei com uma cena de traição que fiquei pra lá de revoltada, mas não deixo de dar o mérito para a trama que é muito boa mesmo.

Se está na dúvida do que começar a assistir, invista em Beverly Hills 90210!

Não tem mais disponível no Netflix, como quando eu assisti, mas a mãe internet está ai pra encontrar  tudo o que procurar 😉

Um beijo e até a próxima.

Recomendo: A Guardiã de Muiraquitãs – Gustavo Rosseb

A criatividade exige a coragem de deixar as certezas de lado.
– Erich Froom

Perdida pela Saraiva enquanto um encontro de fãs não iniciava, me deparei com um livro que me chamou muito atenção. A Guardiã de Muiraquitãs é uma ficção juvenil, do autor Gustavo Rosseb, que explora com muita criatividade um universo que já conhecemos desde pequenos – ao menos as gerações anteriores a 2000 -.

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Falando da edição, a ilustração da capa foi feita pela Carolina Mylius, e ficou incrível. É instigante, remete a aventura, e me deixou com vontade de abrir o livro e dar uma lida no conteúdo; conhecer a história transfigurada naquela capa.

Com relação a diagramação, o básico é o que me agrada, e a editora Jangada acertou em cheio; fonte em tamanho perfeito e revisão sem erros de linguagem. Enfim, um ótimo trabalho de todos os envolvidos.

A Guardiã de Muiraquitãs é a segunda edição de uma trilogia, e acho importante citar que eu não li o primeiro livro, O Oitavo Vilarejo. Apesar disso, não me senti perdida em momento algum. Todos os detalhes estão ali, e mesmo quando situações do primeiro livro são citadas, há informação suficiente para você aproveitar a história, sem pensar no que pode ter ocorrido pra chegar até ali.

As aventuras de Tibor Lobato – nome dado a trilogia -, conta a história dos irmãos Lobato, Tibor e Sátir, que vivem com sua avó num Sítio localizado na Vila do Meio. Durante praticamente o ano todo, a vida segue normalmente. Mas quando é chegado o período da quaresma, coisas inimagináveis começam a acontecer. Isso porque, os seres fantásticos ganham seus poderes, e tudo começa a sair do controle.

“Sejam bem-vindos ao meu mundo”
Tibor e Rurique olharam para o lado e viram uma mulher pairando no ar. Tinha a pele bem morena e seus cabelos, trançados em dread, como um emaranhado de cordas, esvoaçavam levemente, acompanhando a oscilação da água. Ela usava vários colares e penduricalhos no pescoço. Mas o que os assustou mesmo foi verem que, da cintura para baixo, a moça não tinha pernas e sim rabo de peixe de escamas negras, com mais de dois metros. As escamas brilhavam à medida que se mexiam, no mesmo compasso das plantas ao redor.”

No inicio eu trouxe uma frase do Erich Froom, que a meu ver define o trabalho do Gustavo. Ele pegou algo totalmente já criado, que é o folclore brasileiro, e readaptou completamente. O pouco que conheço dessas fantasias veio do Sítio do Pica Pau Amarelo, e sem dúvida lá a fantasia é infantil, bem lúdica. O que já não é presente nesse livro. Os personagens foram bem aproveitados, ainda de forma fantasiosa, mas explorando mais o suspense, o terror e a parte humana/real desses personagens.

Em dada parte do segundo volume, Sátir desaparece do sítio, e enquanto os adultos a buscam imaginando que ela tenha fugido, Tibor tem a certeza de que a irmã foi raptada. É ai então que ele e Rurique saem em meio a quaresma para procurar a menina, e vivem inúmeras aventuras.

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É um livro bem escrito e com descrições detalhadas. Dá pra imaginar os personagens correndo em meio aos lugares, fadigando de tanto cansaço, sabe?! Pra quem gosta de livros de fantasia, é uma boa pedida, pois te coloca realmente na história.

Não deixe de contar suas impressões do livro, caso leia ou já tenha lido, pois eu vou adorar saber 🙂

Um beijo e até a próxima.

5 posts preferidos do BEDA/2016

Desisti do início desse post, então vamos iniciar da forma rotineira e simples…

Olá viajantes!

Sim, mudei o início engraçado do post pois acredito que já tenham visto todas as milhares de piadas a respeito da duração desse mês que nossa… Sem palavras pra todos esses 31 dias, que pareceram o dobro disso. Poupando vocês desse reprise nada nostálgico, vamos ao último post do mês de Agosto de 2016.

Durante o BEDA eu passei a ter cada vez menos tempo, minhas aulas de inglês começaram por esses dias, e nossa, quanta atividade eu tive que fazer. O trabalho estava repleto de coisa, e como estou fugindo de ficar muito tempo sozinha em casa, abracei mesmo os compromissos. Com isso, abandonei a missão mesmo sem querer, e cá estou eu completando o BEDA com menos de dez posts publicados. VERGONHAAAA!!!!

Mas durante essas andanças pude conhecer mais de muitos blogueiros que eu pouco falava, e conhecer mais deles. Então sim, o saldo foi positivo. Fiquei bem feliz com isso, porque é o meu objetivo aqui, falar e ter quem queira me ouvir. Isso é o que importa!

Para comemorar esse mês cheio de incentivos no Vai um Café, lançaram a ideia de citar hoje os cinco posts que mais gostou de ver durante esse mês, e claro eu adorei a ideia, porque por mais que eu não tenha conseguido ler TODAS as publicações de todo mundo, vi muita coisa bacana, e principalmente, muita coisa que mexeu comigo mesmo.

Então sem respeitar ordem de intensidades, vamos aos cinco posts mais lindos que os bloguinhos participantes publicaram.

❤ A Joice do Feito Bailarina publicou no dia 12 um texto que me identifiquei em partes, e que mesmo nas que não me identifiquei, acabei me recordando de situações que eu vinha tentando guardar a sete chaves, sabe?! Depois de ler me dei conta do quão essas coisas estavam ficando presas, e bem, que essa não era a melhor forma de levar as coisas. Gostei muito do post, e foi um impulso pra falar mais sobre o ocorrido, mesmo que não com muita gente.

❤ Agora a Clara… Um post em especial do Leuxclair que eu amei muito nesse BEDA foi o do dia 4, “Vamos conversar sobre não ter uma pele perfeita?”. Acho que todo mundo já passou por alguma questão estética que mantinha uma nuvem de insatisfação pairando sobre a cabeça. Eu tive a minha, ela teve a dela, e garanto que você também teve. No meu caso não foi espinha, foi com relação a peso, e era algo que me incomodou por muito tempo (mesmo eu não tomando atitude nenhuma pra mudar), e que agora sim, superei. Mas o ponto é o quão difícil é falar sobre isso, e maior ainda, superar realmente essa fase aceitando-se como é. A Clarinha deixou tudo bem dito, de uma forma ultra simples e sincera, e vale muito a pena ler 😉

❤ Outro post bem reflexivo pra mim foi o do dia 17 da Isabella Cas, onde ela escreveu sobre a diferença que podemos fazer, quando tiramos a bunda do sofá e nos tornamos ativos. Eu estou muito nessa fase de “as coisas só vão melhorar se você mudar”, e o recado dela serviu pra me mostrar que sim, esse é realmente o caminho certo. Ficar insatisfeito é quase que uma obrigatoriedade em algum momento da vida, ou em vários deles, mas você querer e ainda mais, fazer algo pra mudar, esse sim é o ponto.

❤ Pertinho desse post, foi publicado pela Mari do Mulher Pequena o “Desabafo: sendo quem eu quero ser”.  Não seria um texto que teria mexido comigo de forma tão pessoal, não fosse algo que eu ouvi tempos antes. Eu me vejo de uma forma, e corriqueiramente me falam que me viam de outra forma, e isso em diversos pontos da minha vida. Ok, sempre achei isso normal, até porque, realmente sou bem fechada com relação a mostrar quem eu sou para pessoas que não sou tão próxima. Mas me surpreendi quando notei que um alguém me analisou de forma completamente diferente de como eu era, e se quer me mostrou isso. O post da Mari me recordou desse episódio, e não que eu tenha caído na real no sentido de ter que ser mais quem eu sou, mas sim que devo mostrar mais que eu SOU o que eu quero ser, sabe?!

❤ Dia 18 foi a vez de visitar a Bea Aguiar, e aaaaaai, que playlist mais maravilhosa!!! Eu gosto muito, muito mesmo de Beatles, e é difícil eu escutar uma playlist completa quando ela tem muitas músicas. Fui uma por uma, voltando nos dias seguintes, e confesso que ainda faltam algumas, mas nossa, é uma vibe tão Beatles, que não sei nem explicar; inclusive ela descreve super bem o quão bem essa playlist vai com tudo.

Tiveram muitas outras publicações que eu adorei ler durante esse mês. Não li todas, porque realmente não consegui entrar todos os dias, mas me senti muito feliz por ver o quanto o pessoal se animou com o BEDA.

Lembrando que pra ter acesso aos bloguinhos que participaram do BEDA do Vai um Café é só clicar no banner, e será redirecionado a carinha de cada um deles 😉

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1- A gente deu certo, por Joice
2- Vamos conversar sobre sobre não ter uma pele perfeita?, por Clara
3- Faça mais do que existir, por Isabella
4- Desabafo: sendo quem eu quero ser, por Mari
5- The Beatles: minha playlist no Spotify, por Beatriz Aguiar

TAG: Minha vida é um dorama

Olá viajantes.

Estou tão empolgada com esse post que nem sei explicar. Quando que eu iria imaginar em unir duas coisas que sou viciada num post só? Aaaaaai gente! Hoje vamos de TAG + doramas ❤

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Essa TAG foi criada pela Maki e pela Clara, assíduas dos dramas coreanos tanto quanto eu, e as perguntas são tão boas que me fizeram pensar bastante pra responder. Claro que pensar incluí olhar minha lista de assistidos do Dramafever, porque se tem uma coisa que eu não gravo é nome de personagem gente, sorry! Tive que consultar por lá rsrsrs

São dez perguntinhas, e dá pra encaixar tudo quanto é tipo de série nelas. Então vamos a Tag de hoje.

1.Qual heroína de dorama você seria?

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Primeira pergunta e essa tenho a resposta na ponta da língua. Sou bem suspeita pra falar, porque é uma das minhas personagens e atrizes favoritas, e em um dos meus dramas preferidos da vida. Com certeza é a Ji Hae Soo de It’s Okay That’s Love. Estou pra ver alguém passar pelo que ela passou, aceitando bem a situação, mesmo que sofrendo também. Jogando pra vida real, acho que na situação dela, muita gente cairia fora, então ela é o melhor tipo de heroína com certeza.

2.Quem você gostaria que te desse um piggyback ride?

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Kim Woo Bin na vida e sempre! Mas como isso já não é nem questionável pra mim, vou colocar um personagem de drama, porque apesar de passar raiva com o fim da história, gostei muito. Choi Kang Hyuk foi meu shipp em Flower Boy Ramen Shop, e sim, eu sabia que estava shippando errado, mas nem me importei. Tinha que ser ele e ponto.

3.Qual closet você gostaria de roubar pra chamar de seu?

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Não são muitas opções né, porque ou o figurino é super extravagante, ou é super largado, mas eu gostei bastante da Baek In Ha de Cheese In the Trap. Essa personagem é totalmente maluca, mas as roupas separadas pra ela… Arrasou. Melhor que ela só da Cheon Song Yi, de My Love from Another Star, que também era de matar. Duas lindas ❤ Mas no final das contas prefiro o closet da Song Yi, porque é mais normal que o da In Ha.

4.Quem seria o seu oppa (aquele boy que cê curte)?

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Estou em cima no muro nessa… Dilemas da vida, né! Mas meu primeiro drama foi You’re Beautiful, e o Jang Geun Suk como Hwang Tae Kyung…. Que é aquilo? Escuto ele falando Go Mi Nan até hoje. 

5.Qual o second male lead faria você ficar em dúvida?

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Considerando os que assisti recentemente, seria o Kang Woo de Master’s Sun. Na maioria das vezes o second male lead tem menos poder que o principal, e nesse caso também é assim, mas ele não é tonto, sabe?! E por isso não me fez passar raiva. Geralmente fico com raiva por ver tanta passividade – até por isso que é raro eu shippar errado; são poucas as exceções. 

6.De qual inimigo você passaria longe?

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Genteee, Lee Jae Kyung de My love from another star. Nem sei se consigo assistir outro drama com o Shin Sung Rok depois dessa. Psicopatia reina grande com esse cara. Não quero entrar nos detalhes, pra não dar spoiler, mas se vocês não viram esse dorama, assistam, e vejam por si próprios.

7.Quem seria sua melhor amiga?

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Não pensei em uma melhor amiga dos dramas, mas em uma personagem secundária que eu simpatizei bastante. A Ryu Se Hyun de Because It’s the first time. Em tese eu deveria torcer contra ela, já que estava no meio do casal principal, mas não teve como… Simpatizei mesmo com ela, e ela inclusive daria uma boa amiga pra Han Song Yi, se não fosse o Yoon Tae Oh no meio da jogada.

8.Com qual second lead couple você sairia num double date?

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Não consigo me lembrar de nenhum que fosse super divertido, que eu tivesse vontade de ficar junto, e que não estivesse envolvido quase num triangulo com o casal principal, mas a resposta da Maki do desancorando foi realmente muito boa. Tanto o Chan Young, quanto a Bo Na de Heirs são uma graça, e juntos então…. Vou me apossar da resposta, ok?! 

9.O que você faria se fosse um chaebol (um herdeiro de conglomerados)?
Acho que eu atacaria de Shin Joon Young comprando coisas pra pessoa que gosta. Ok, ele tem pouco tempo de vida, mas presentear é um troço que quando você começa, mais você quer presentear, e se eu fosse uma herdeira com muito dinheiro, está ai uma opção… Se bem que lembrei agora de um drama que acabou de começar e fiquei com invejinha. O que foi o Go Jung Won de Jealousy Incarnate viajando pra Tailândia pra tomar um café com um amigo???? Sairia viajando a rodo, bem assim mesmo.

10.Se a sua vida fosse um dorama, qual seria?

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Posso falar, assistindo Cheese in the trap me vi em tantos momentos da Hong Seol. Claro que tem os exageros de drama, as particularidades coreanas e um boy milionário, maaaaaaaas, está naquela vibe ali. E é ai que a gente analisa que tem que mudar kkkkkkk

Nossa, acabou! Amei mesmo essa Tag. Obrigada Clara e Maki pela ideia, e também a Mari, que me mostrou essa belezinha ❤ Não deixem de visitar o blog delas, estão todas linkadinhas!!!

Se você é doido dos doramas, e também quer responder essas perguntinhas maras, não passe vontade 😉 E pra quem não entrou nessa vida, AMIGOOOO, não espere mais ❤

Um beijo pra todos e até a próxima.

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Já não é mais um BEDA, afinal desapareci por infinitos dias rsrsrsrs Mas vale lembrar que tem bastante gente mantendo o pique, e postando todos os dias nesse mês de Agosto. Clica no banner e passa lá.

Pense e repense em você

 

Olá viajantes!

Indo e voltando em diversas questões levantadas em minha cabeça ao longo das semanas que se vão, acabo chegando sempre no mesmo fator. E voltar a um mesmo ponto diversas vezes começou a me intrigar, e questionar o porque somos tão relapsos com algo tão óbvio.

BABI

Em Fundamentals of Caring é mencionado o fluxo da imagem cima; ALOHA. É claro que no filme o objetivo é diferente do que trarei aqui hoje, mas serviu de base. Enquanto abordarei uma forma de ganhar satisfação pessoal, o acrônimo é sinônimo de não se envolver demais, não se apegar nas outras pessoas.

Resumo ultra básico do filme: Ben é um escritor a ponto de divorciar-se, que resolve entrar no ramo de cuidador. Para habilitar-se na função, ele passa por um treinamento de como não deve se envolver demais na vida de quem está sendo cuidado. No desenrolar da história, é óbvio que ele se envolve, até porque ALO, SER HUMANO, não é?! E por fim deixa de ser cuidador. PS: Não foi um spoiler 😡

Mas o que raios esse filme tem a ver com o assunto, tomando por base o título do post? Eu sou do tipo que sai vendo significado nas coisas – até onde não tem -, e acabo tirando muita coisa dos filmes que assisto.

“Não posso cuidar de outra pessoa antes de cuidar de mim”… Na verdade não podemos fazer nada sem estarmos bem, e acima de tudo, nos sentirmos bem. E é ai que o ALOHA entra. O vai e vem de pensamentos que citei no início tomam rumo devido a ele.

Vamos imaginar que você não está num dia bom, e simplesmente isso, sem se apegar ao que está lhe dando essa impressão.

❤ ASK – pergunte-se o que está te deixando inquieto/infeliz.

❤ LISTEN – responda com sinceridade a si mesmo, mas acima disso, se ouça com calma. Sem meios dedos, e sem se preocupar com seu tempo. Lembre-se de que não pode cuidar de nada sem cuidar de você.

❤ OBSERVE- Depois de concluir o que está de errado, observe o que está te levando a essa situação. Muitas vezes é involuntário, e pode ser facilmente corrigido.

❤ HELP – Seja no que for, coloque-se em primeiro lugar as vezes. Não adianta analisar sua necessidade, se não for atendê-la; se ajude. Não estou dizendo pra esquecer do outro, e fazer o que quer/precisa a todo custo, estamos falando de suas próprias mudanças aqui.

❤ ASK AGAIN – Pergunte-se novamente. Você continua inquieto/infeliz?

é um fluxo bem simples, mas que por muitas das vezes deixamos de lado e acabamos levando a vida de uma forma insatisfatória. Em algumas situações, até chegamos ao estágio de análise e início de mudança, mas não nos questionamos novamente se aquela mudança foi boa ou se serviu somente para dar a sensação de melhora.

A propósito, indico que assistam ao filme; é um bom passatempo pra quem gosta de filmes com mensagem. Está disponível no Netflix por enquanto, e na internet a vontade 😉

Espero que tenham gostado, e que não vivam os dias simplesmente se deixando levar. Satisfação pessoal é extremamente fundamental.

Um beijo e até a próxima.

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Já não é mais um BEDA, afinal desapareci por infinitos dias rsrsrsrs Mas vale lembrar que tem bastante gente mantendo o pique, e postando todos os dias nesse mês de Agosto. Clica no banner e passa lá.

BEDA #6 – Um momento que sempre vai se lembrar

– Ou ela participa das aulas, ou será reprovada na minha matéria.

Aquela frase foi crucial pra ampliar minha raiva por ele… Saúde? Pra mim era tortura pura; ter de encarar a aula de educação física, sem gostar nem meio por cento disso.

Após a aula, troquei de roupa e com empolgação impar me juntei ao grupo para escolha dos times. Não fui a última a ser escolhida, mas isso não me animou. O jogo não havia começado, mas o cansaço já tinha me atingido. Seria os piores 40 minutos que já tive, pior até que os da aula de português. 

Enquanto meu time corria de um lado pro outro, eu variava entre uma ponta e outra da quadra, pra não ficar tão evidente minha desvontade de estar ali. 

Mantive essa postura, até que num ato de loucura, a bola veio até meu pé. Enquanto via ela vindo em minha direção, olhava pras meninas pedindo socorro, pedindo que viessem mudar o rumo dela. Não aconteceu! Quando ela tocou em mim, chutei desengonçadamente pra um colega de time, com uma fraqueza ridícula, esperando que aquele momento acabasse o quanto antes.

A direção era a pretendida, mas por algum motivo, não receberam a bola, deixaram ela seguir seu curso. POR QUÊ? Eu já estava parada observando aquela cena atordoante. A bola continuou seguindo seu rumo, aproximando-se do gol do time adversário. Todos pararam para observar o que estava acontecendo, e quando finalmente a bola entrou no gol, todos vibravam enquanto minha vontade era de deitar no chão, e fingir que aquilo não tinha acontecido.

As pessoas pulavam ao meu redor, então foi que levantei a mão, e não me aguentei. – Professor, quero sair! Depois desse dia, minha vida nunca mais foi a mesma; eu tinha feito meu primeiro gol. 

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