Também Fui Emo – Revivendo a adolescência

Olá viajantes!

Quem pensar na adolescência e ainda assim afirmar que nunca gostou de uma das bandas da playlist de hoje, mexe os dedinhos e vá escutar sem parar até gostar! Olha lá em, não me engana não.

Na próxima semana acontecerá uma festá aqui por perto, que estará repleta de músicas que curti horrores na adolescência. Pelo menos no circulo de pessoas que eu fiz parte, a cultura emo foi extremamente popular, fosse no quesito visual, ou somente musical.

Eu nunca fui do tipo de pessoa que reflete os gostos no estilo de roupa, então eu me encaixava no segundo grupo, mas assim, eu me encaixava meeeesmo, tanto que as musicas estão na cabeça até hoje. Imaginem a euforia quando descobri esse evento através do Facebook… ❤

Já empolgada pro dia que está chegando, trouxe uma listinha com algumas músicas que quem era emo há alguns anos atrás vai se identificar, e vai cantar sem dúvida.

Alguns dessas bandas não se identificavam como sendo emo, mas não saiam da playlist dessa galera… Se você viveu essa época ativamente, espero que tenha relembrado os dias de pura emoxão kkkkkkkk Desculpa, não resisti!

Vale lembrar que a Também Fui Emo é nacional, e rolará em diversas cidades do país nesse mês. Então se sentiu saudade, fique de olho no Facebook, e marque presença 😉

Um beijo e até a próxima.

Descobrindo novos sons: I/O

Olá viajantes!

No quesito estilo musical, me enquadro nos sem estilo. A maior parte do tempo escuto o que me é familiar. Afunilando um pouco mais, a maior parte do tempo escuto rock, sem desmembrá-los em outros estilos. Metal, punk, new metal… Quem sabe?! São sempre sons que me trazem algo a mente, algo que já aconteceu, com letras que me forçam a lembrar, a recordar.

Não nego que há também nesse aglomerado de sons às musicas mais pops, os reggaes mais calminhos, algumas batidas eletrônicas que me levam pra uma balada em plena sete horas da manhã.

Pra que serviria a musica se não pra nos levar pra longe do nosso universo, nos fazer viajar mesmo que sentados no ônibus a caminho de mais um estressante dia de trabalho?

Diante de tudo isso, apresento-lhes uma banda que faz um som incrível, e que me levou a pensamentos além; inclusive a querer escrever esse post agora.

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I/O me foi apresentado no blog no Vinicius Freitas, o Impressões Desinteressadas. O saldo do BEDA vem crescendo a cada dia. Costumo olhar a galera que segue o VDA de tempos em tempos, e ver o que andam produzindo; procurando novas cabeças pra acompanhar, e cara, já faz um mês que tenho um blog massa me seguindo e ainda não tinha visitado o.o Anyway… estou trabalhando nesse atraso!

Essa banda faz um som instrumental de arrepiar o corpo, e te levar pra outro mundo. Arrisco até dizer que se houvesse letra, as músicas não fariam tanto sentido quanto fazem hoje. Eles são de Boston, e classificam-se como Post-rock.

O último álbum da banda, Saudade, está disponível no Spotify, e diversas músicas estão disponíveis também no Youtube. Deixo pra vocês o direcionamento pro álbum no Spotify, pra quem ficou curioso demais! 😉

Espero que gostem, um beijo e até a próxima.

Recomendo: The 69 Eyes

Boa noite viajantes.

Esse post será indicação de música. Passei a tarde toda com músicas dessa banda na cabeça, e sério, eu amo eles. E como gosto de compartilhar esse tipo de coisa, montei uma playlist curtinha, para apresentar o grupo.

The 69 Eyes é uma banda gótica finlandesa, que teve inicio na década de 90. Além de ter instrumentistas maravilhosos, que te dão vontade de levantar e sair pulando, o vocalista é dono de uma voz quase singular. Ambas características tornam a banda tão amada, e tão duradoura.

Não vou me prolongar sobre história da banda, ou dos membros, pois acredito que o que deva importar é a música deles, então, aproveitem.

E ai, o que acharam?

Recomendo: Screamworks, love in theory and practice

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Créditos da imagem: Fanpage Heartabolikal

Pois é minha gente; o cúmulo dos cúmulos é nós não conhecermos a nós mesmos, não é? Não saber do que gostamos, do que não gostamos, do que amamos e do que odiamos. Por esse motivo, desde minha fase adolescente, venho tentando descobrir mais sobre mim.
 
Essa semana concluí uma das minhas milhares de buscas; meu álbum/CD preferido.
 
Cara, isso é algo difícil de se decidir, principalmente nos dias de hoje. Não sei vocês, mas eu costumo baixar a músicas individualmente, e não por álbum, dessa forma, muitas vezes nem sei de qual CD ela faz parte.
 
Enfim, após quase infinita temporada de organização musical, catalogando por artista, álbum, faixa, gênero, etc., concluí que sim, existe o melhor álbum da vida…
 
Screamworks: love in theory and practice
 
Indico, re-indico, e indico novamente para quem me perguntar. Para quem gosta do estilo romântico-dramático, é uma banda maravilhosa.
 
O artista do álbum é o HIM, banda que meu amor me apresentou, e todas as faixas foram escritas pelo amado Ville Valo. 
 
Espero que a descoberta sobre mim mesma seja frequente, e que cada vez mais, possa vir indicar coisas boas para vocês.